'MÃES E FILHAS, O VÍNCULO QUE FERE’
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A intenção é trazer informação e validação, ao mesmo tempo, ajudar a dar credibilidade para o assunto.
Não estamos aqui para pregar ódio às mães ou à maternidade, existem mães incríveis, que são puro amor e que nutrem seus filhos com carinho e altruísmo.
Deve ficar claro que aqui se fala de mães com um transtorno grave, onde há egoísmo, crueldade e um comportamento transtornado e abusivo.
Não são pessoas mentalmente sadias, são mulheres com características que podem beirar a psicopatia, e que quando se tornam mães continuam sendo mulheres transtornadas, pois maternidade não cura Transtornos de Personalidade.’
Bem, fazendo referência a Carina Freire, analista pelo Humanae Instituto de Psicologia e Cultura e terapeuta clínica em abordagem Junguiana, falamos de um problema que é difícil de reconhecer.
Ela afirma: Qualquer mulher leva consigo as consequências da relação que teve com sua progenitora.
Cada uma de nós deve conhecer de que maneira nossa mãe influenciou nossa história e como continua influenciando.
A médica Christiane Northrup nos lembra: O vínculo mãe-filha está estrategicamente desenhado para ser uma das relações mais positivas, compreensivas e íntimas que teremos na vida.
Não podemos escapar desse vínculo, pois seja ou não saudável, sempre estará ali para observar nosso futuro.
Se a mãe transmitiu mensagens positivas sobre respeito, moral, valores, seus ensinamentos e seu exemplo sobre a maneira como se comportar, sempre irão fazer parte de um guia para a nossa saúde emocional.
No entanto, isso nem sempre acontece assim, a influência de uma mãe pode ser problemática quando o papel exercido for tóxico, devido a uma atitude abusiva, negligenciada ou controladora, acrescenta.
Para concluir, é importante destacar um aspecto evidente que reflete a mesma intenção da autora, publicado na seção psicologia do site A Mente é Maravilhosa.
'Podemos dizer que filhos de mães abusivas, controladoras, compartilham com as filhas as mesmas feridas, afinal, conviver com uma mãe dessas geralmente deixa as mesmas sequelas.’
Portanto, chamo a sua atenção para as evidências, as atitudes abomináveis dessa senhora aqui (saiba mais em SOBREVIVENDO NO INFERNO), que me deixou as mesmas feridas.
Minha mãe, meu veneno; a relação mãe e filha esconde conflitos sob o véu do tabu. – Ana Paula Cardoso
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