sexta-feira, 10 de setembro de 2021

AS MÃES MÁS, CRUÉIS E OS FILHOS ADULTOS

Como as atitudes e comportamentos perversos delas afetam nossas vidas.
Sabe as madrastas tão terríveis dos contos de fadas? Talvez sejam a melhor personificação do lado sombrio dessas mães, que assombram os filhos não importa a idade.

Essas mulheres exercem a maternidade de modo desastroso e perigoso, são mães que levam seus filhos à dor, ao dano psicológico.

Mesmo com a maturidade, às vezes esses laços que machucam não são cortados ou reparados, o que fica não deixa marcas na pele, mas prejudica a nossa integridade psicológica.
Os efeitos desse vínculo destrutivo diminuem a autoestima e até a própria qualidade de vida de muitos de nós.

É um tipo de vivência muito corriqueira, e muitas vezes ocorrem dos filhos dependerem economicamente das mães, há muitos deles que não podem sair de casa devido a problemas financeiros.
Essa situação pode minar completamente a vida daqueles que permanecem dependentes dessas mães.

No imaginário coletivo todos nós sonhamos com a mãe sagrada, acolhedora e protetora, mas muitas vezes nossas mães terrenas conseguem ser destrutivas - SOBREVIVENDO NO INFERNO - mães que, com seu comportamento, arruínam as nossas vidas.

Pessoas só podem oferecer o que tem, e se nossas mães nos deram isso, que somos suas próprias filhas, as quais costuma-se dar o melhor, imagina o que não tem dentro delas? – Freya L. Grayson

domingo, 5 de setembro de 2021

MÃES CRUÉIS

Mães que deixam como legado aos filhos uma série de traumas.
Algumas mães tratam os filhos de forma nociva, como forma de ajudar-los nessas relações danosas quero compartilhar o que a psicóloga Marcia Belmiro publicou.

Nesses relacionamentos é preciso prestar atenção a um ciclo, primeiro, começam a ocorrer momentos de tensão motivados por algo sem significância.

Em seguida, há incidentes de comportamentos inadequados e atitudes cruéis, nada saudáveis, geralmente não causam danos físicos, mas acabam submetendo o filho a situações constrangedoras com grandes prejuízos a saúde mental deles.
Estes sinais, entre outros, são um alerta, comportamentos assim causam traumas, dores e feridas com sérias consequências para aqueles que os sofrem.

É um ciclo destrutivo que vai minando a autoestima da pessoa, e ela não enxerga saída, os danos emocionais podem ser devastadores.
Enquanto ela não reconhece que a relação é perversa, magoa a si mesmo e vai se fragilizando como ser humano.

Muitos dos filhos de mães como essas as quais estamos nos referindo aqui demoram a admitir, a princípio, não é simples nem fácil de se conceber.
A parte mais dolorosa é quando se ganha consciência, mas por mais inacreditável que possa parecer, quando despertas, as pessoas compreendem o quanto são fortes, então, reconheça que você foi forte o bastante para ter sobrevivido a uma mãe cruel, conclui ela.

Sim, dói, dói muito, eu passei pelo inferno e sobrevivi - SOBREVIVENDO NO INFERNO - são momentos difíceis e muitos não conseguem, mas se você for capaz de reconhecer já é um grande passo na direção certa.

Existem mães que conseguem destruir os filhos como ninguém. – Comendador Marcelo Lopes

terça-feira, 31 de agosto de 2021

CRÔNICA DE UM FILHO PRETERIDO

Filhos preferidos e filhos preteridos.
O que dizem os estudos?
A questão não é só as mães terem um filho preferido, mas também não admitirem, isso já é um indício de que há algo estranho.

Suely Pavan Zanella, psicóloga, alerta sobre isso e acrescenta: Muitas vezes o preferido é visto como o melhor de todos e a quem escrachadamente tudo é desculpado, aliás, nada do que ele faz é observado como algo de errado.
Portanto, seguir critérios iguais para todos é um bom jeito de ninguém se sentir negligenciado, do contrário podem ocorrer danos a longo prazo, e não pense que isso só acontece com mães de filhos pequenos ou adolescentes.

Quando se torna um problema?
Ter mais afinidade é natural, amar mais um filho do que o outro não.
Lembro-me de uma paciente adulta e muito bem sucedida graças a seus esforços que um dia sentou-se na escada de sua casa e chorou copiosamente por todo o amor que não recebeu de sua mãe, amor este que ela sabia que jamais receberia.
É muito difícil ser o preterido, para esse filho é necessária uma dose extra de esforço e vontade de seguir em frente, conclui ela.

Sabe, quando há um filho só pode ocorrer um transtorno ainda pior - SOBREVIVENDO NO INFERNO - afinal, essa mãe escolheu alguém para tratar como preferido enquanto tratou o filho de forma nociva, é a total ausência de amor.
Quando quem mais deveria te amar faz questão de mostrar que o preferido não é você mas sim filhos de outras pessoas, significa que algo de muito errado está acontecendo.
A propósito, uma mulher assim não merece nem ser chamada de mãe.

Ter preferência por um filho(a) não é saudável, é uma neurose da mãe. – Luis Alberto Py, Dr. pela UFRJ, especializado em Psiquiatria pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de S. Paulo, credenciado pelo Board of Behavioral Science Examiners e membro da Group-Analytic Society.

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

EXISTEM MÃES DEMASIADAMENTE PERVERSAS? MITO OU REALIDADE?

Tabu é certamente.
Acredito que o mundo será outro quando deixarem de fingir que elas não existem, isso precisa mudar.

E ainda que possam dizer que é exagero, a literatura científica diz que isso é comum e muitas vezes causam impactos no bem-estar mental de um filho.

Vejamos o que dizem os especialistas: ‘esta mãe veste a máscara da normalidade fora de casa, mas na intimidade com os filhos é invasiva, controladora, acaba com a autoestima deles, distorce a realidade, pratica violência psicológica.
Toda situação como essa onde a mãe trata os filhos de forma nociva tem um potencial traumático, então, podemos imaginar os danos nos filhos dessas mulheres.’

A psicóloga Cássia Rodrigues esclarece que quem convive ou conviveu com mães perversas possui traços de devastação psíquicas inimagináveis.
Eu que o diga, a experiência com a minha comprova isso - SOBREVIVENDO NO INFERNO - fiquei adoecido emocionalmente.

Os filhos que sobreviveram às mães perversas podem sofrer a vida inteira do ponto de vista emocional e psicológico. – Jackson César Buonocore, psicanalista.

sábado, 28 de agosto de 2021

POR QUE SE FALA TÃO POUCO DE MÃES PERVERSAS?

É preciso trazer o tema para pauta urgentemente.
Quando o Dia das Mães está chegando somos bombardeados por matérias sobre mulheres fortes e que amam seus filhos incondicionalmente, só que também existem muitas mães pra lá de perversas por aí, aqui no Brasil mesmo temos algumas delas, infelizmente.

Mas raramente encontramos matérias na grande mídia que abordam o sofrimento silencioso dos filhos dessas mulheres problemáticas.
Por que não querem que você saiba que existem mães perversas?

Tais mulheres possuem como escudo o fato de serem mães e o modo como a sociedade, junto com a religião, santifica e reverencia tal título.
Tem quem duvide que existam mães perversas, que é pura invenção ou blasfêmia.
Culturalmente somos estimulados a crer que mãe é santa, mãe é quase uma entidade divina (mais uma vez a mão do cristianismo com seus pecados e punições), o que pode ser ótimo caso sua mãe não seja demasiadamente perversa.

Então os filhos são deslegitimados, com coisas do tipo: “estão com mania de perseguição’’ ou “nossa, que exagero, sua mãe apenas pega no seu pé, como todas”.
Mas isso não é papo de ficção existem mães perversas, neste momento pode ter uma no quintal ao lado da sua casa.

Portanto, acreditar nos filhos é vital, porém quando falamos dos significados atribuídos a palavra mãe: “Única fonte do amor verdadeiro” e “mães sempre querem o melhor para os filhos”, precisamos nos atentar para o perigo de uma história única.
Não é porque você seja boa mãe ou a sua nunca te feriu, te tratou de forma nociva, que todos também experienciam isso, vide meu caso - SOBREVIVENDO NO INFERNO.

Temos no imaginário coletivo que todas as mães são sempre boas que protegem os seus os filhos, mas isso não é uma verdade absoluta, pois existem as mães perversas. – Jackson César Buonocore, psicanalista.