sexta-feira, 22 de junho de 2018

NÃO QUERER LIDAR COM PESSOAS É PROTEÇÃO PARA VOCÊ NÃO SE MACHUCAR

Aceita que dói menos.
Não dá para simplesmente ficar prolongando certas coisas.
Chega o momento em que o melhor a fazer é arrancar o Band-aid.

Você já deve ter ouvido a frase: faça com os outros o que gostaria que fizessem com você.
Mas sejamos sinceros, você há de convir que é muito difícil aplicarem isso no dia a dia, quase ninguém faz.

É claro, às vezes, até magoam sem querer outra pessoa.
E o curioso é que ninguém tem a intenção de magoar, mas no fim quase todos machucam.
Porém quando alguém nos magoa, mesmo sem intenção de fazê-lo, nos causa forte dor.

Custa perceber e ver o sofrimento causado? Custa não saber o que fazer para evitá-lo?
Meus caros: Essa senhora aqui me magoou, me machucou (vide os acontecimentos ocorridos em SOBREVIVENDO NO INFERNO), mas ela acha que não fez nada demais, encerro então com o pensamento de um ensaísta.

Todas as coisas verdadeiramente más começam com a inocência. – Thomas Mann

domingo, 17 de junho de 2018

– BEM-VINDA A RELATIVIDADE* MONICA, CADA RESPOSTA QUE CONSEGUE LEVA A MAIS PERGUNTAS.

– Eu sempre convivi com a compreensão de que há coisas que o homem não deveria saber.
* Relativo: Que possui uma relação de dependência com outra.

– Não parece que sempre que estamos perto de conseguir as respostas alguém muda a pergunta?
– Quanto mais respostas tivermos mais perguntas aparecerão.
– A gente não tem respostas.
– Claro que temos, não seja tão duro com você mesmo.

– Se Encontrar o Buda na Estrada, Mate-o! Por que este é o seu livro preferido?
– Porque fala sobre não depender de outras pessoas para ter respostas, só se pode encontrar respostas dentro de si mesmo.
Depois disso eu soube que era onde eu iria encontrar.
– O quê?
– Minhas respostas.

– Você está buscando respostas pra perguntas que nem deveria fazer.
– Platão nos ensinou que: ‘Uma vida não questionada não merece ser vivida’ (em vista disso . . vide: SOBREVIVENDO NO INFERNO).
– Bem, sei que ainda não encontrou as respostas que procurava, mas espero que isso traga algum tipo de encerramento.
– Agora que estamos diante da mesma resolução, que tipo de pessoa isso me torna?
– A que faz as perguntas certas.
Pode não ser uma boa resposta, mas é o que tenho, às vezes, respostas nos levam a mais perguntas.

– Esse homem vai passar o resto de sua vida imaginando o que aconteceu, procurando por respostas.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

UMA CONVERSA ENTRE VELHOS AMIGOS

Mesa para dois, por favor.
– Me conte algo que eu não sei.
– Sejam quais forem as suas vivências, seja lá o que for, eu acho que está procurando sentido em coisas que não tem sentido.

– Fico na ansiedade, pelo sufocamento, sem saber se aquilo volta pra me assombrar, como alguém pode descansar com toda essa sensação de impotência?
– Aí está, você não é impotente, nossas escolhas nos definem, continue tentando coisas novas, veja do que se reinventar, ou faça novas escolhas, quanto mais trabalhar nisso, menos se sentirá impotente.
Não pode deixar que o que houve defina você.

– A vida é uma experiência, tem que descobrir onde é seu lugar, encontrar seu lugar. Eu fiquei sozinho por muito tempo, mas eu achei o meu lugar, vai achar o seu.
– Já não deveria saber onde é? . . não é naquele lugar abominável onde estou (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).
– Não necessariamente, quando for à hora certa, você vai saber.

– Mesmo que nada volte a ser como antes, você ainda pode se ‘encontrar’.
Carlos, acumulamos conhecimento mais rápido do que sabedoria, a essa altura eu confio que tenha amplas reservas de ambos, então vou encerrar com um pensamento.
A vida é alegria, a morte é paz, a transição é que é difícil.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

– VOCÊ DISSE QUE O SEU LAR É ONDE ESTÁ O SEU CORAÇÃO.

– Sim, pode parecer loucura, mas eu acho que encontrei o meu.
Dois homens conversavam, em um certo momento o mais velho perguntou ao outro: lembra o que te falei sobre o significado desse artefato indígena?
Diante da negativa, ele explicou: o labirinto representa a jornada da vida, os obstáculos, fazer as escolhas certas, até que nos encontremos no centro.

O mais novo então perguntou: o que há no centro?
Ele respondeu: o lar, um lugar ao qual pertencer.
E contou: eu não gostava de criar raízes, nunca fiquei no mesmo lugar por muito tempo, um amigo brincava que se eu continuasse assim um dia acabaria flutuando no espaço, então me deu isto para me lembrar que eu sempre tive um lar, com ele e com a família dele, disse que era a minha “corrente”.

Chega o momento de’u divisar o artefato, perceber de maneira, não apenas uma simbologia, ou a representação sensorial de uma ideia que guarda, entrever, sentir ao longe, que o ‘lar’ é o que interliga as cousas.
Tendo a virtude de tangenciar duas histórias, quando na casa da minha grande Amiga L. D. ouvi: Você faz parte dessa família; tendo o desejo de voltar a ter um lar (vide os acontecimentos ocorridos em SOBREVIVENDO NO INFERNO).

É fácil avaliar o juízo ou a capacidade de qualquer homem, quando se sabe o que ele mais ambiciona. – Marquês Maricá

sábado, 9 de junho de 2018

NÃO SERIA À HORA DE SE LIBERTAR DE TANTA OPRESSÃO DO PASSADO?

Não posso ignorar o problema, ignorá-lo não o fará sumir.
O conceito opressão apresenta dois níveis diferenciados.
O primeiro como uma ação na qual a pessoa é submetida por outras, por outro lado, é como uma sensação na qual a pessoa apresenta um mal-estar psicológico.

O processo psicossomático é a situação mental que atinge o corpo, este mecanismo psicossomático é aplicado ao conceito da opressão.

E em qualquer de suas manifestações tem a seguinte dinâmica: Há algo ou alguém que causa um efeito negativo no outro e este efeito pode ser uma situação, um abuso físico, psicológico, etc. (os motivos no meu caso foram as escolhas dessa senhora aqui - vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).

De qualquer forma, o ser humano necessita sentir-se livre, interiormente como também exteriormente.
Ao longo da história já ocorreu todo tipo de batalha contra as diversas formas de opressão.

A opressão nunca conseguiu suprimir nas pessoas o desejo de viver em liberdade. – Dalai Lama