domingo, 15 de julho de 2018

ACERCA DE UMA DETERMINADA COISA:

Sobre a vida.
‘Somente quem tem uma mãe abusiva consegue conceber o verdadeiro impacto desta influência maligna.
Uma mãe abusiva é aquela que abusa da autoridade de mãe para subjugar os filhos, ela considera-se superior e acredita ter o direito de tratar os filhos de forma arbitrária.

Vou ajudá-lo a identificar e desmascarar as suas atitudes impróprias.
É emocionalmente negligente: ignora, invalida, banaliza, não respeita e até descarta os sentimentos, interesses e opiniões dos filhos, não respeita os limites pessoais deles, invade sua privacidade.
É incongruente: comporta-se de forma inversa aos seus supostos valores e ao que afirma acreditar, a “verdade” é de acordo com o que acredita e não corresponde necessariamente aos fatos.

Está sempre certa: nunca admite erros de atitude e comportamento, é sempre vítima de uma grande injustiça.
Não pede desculpas: embora comporte-se de maneira abusiva e imprópria, não assume responsabilidade por nada do que faz, tampouco pelas consequências de seus atos.
É praticamente impossível manter um relacionamento harmonioso e funcional com uma mãe abusiva, pois não respeita nem reconhece o valor dos filhos, tal como a sua individualidade, é muito difícil de lidar e aturar a longo prazo’.

Todo conteúdo acima tem a autoria de Michele Engelke, diplomada em Aconselhamento, em Terapia Cognitiva-Comportamental, certificação universitária em Psicologia, treinamento Avançado e Certificação em EMDR em Terapia e em Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e fundadora da Liberty Counselling Luxembourg.
Penso ser crucial abordarmos este tema, ele é forte e pode levar as pessoas a querer evitá-lo, mas desejo ir sempre ‘o mais longe possível’.
E para compreender o presente nada melhor do que conhecer o passado (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).

Disseram que: O tempo cura tudo, não concordo. As feridas permanecem, com o tempo, a mente protegendo sua sanidade, cobre-as com cicatrizes e a dor diminui, mas ela nunca se vai. – Rose Kennedy

sexta-feira, 13 de julho de 2018

HISTÓRIAS REAIS DE FILHOS CRESCIDOS

Envolvimentos interpessoais.
O problema é que não se ensina nas escolas as funções não-lineares, estas funções são as que regem os fenômenos físicos e até mesmo as relações entre os seres vivos.

Maurício, 29 anos, relata que a mãe, de 65 anos, vasculha seu quarto, mexe na gaveta.
Conversou, mas não adiantou, hoje guarda seus pertences pessoais na casa da noiva, mas a mãe continua vasculhando seu quarto.
Mãe e pai, cuidem de vocês, viagem, namorem, a mana e eu crescemos, disse.

Letícia, 28 anos, mora com os pais, em casa escolhe ficar no quarto, lê, tecla com amigos e namorado.
Queixa-se da mãe porque ela invade o seu quarto sem bater na porta, diz: minha mãe é bisbilhoteira e invasiva, tentei dialogar, ela continuou igual, hoje passo a chave na porta, agora ela bate, recuperei a privacidade!

Em outro trecho temos, ‘Falta de privacidade: este pode ser o maior prejuízo de dividir o quarto com um irmão, quando criança ainda é possível “dar um jeito” e deixar este detalhe de lado.
Porém, com a chegada da adolescência, a divisão do quarto pode se tornar insustentável, pois os filhos irão reivindicar espaço e a privacidade.’

Vivo isso tudo há muito tempo, é lugar comum para mim, com a diferença de não ter irmãos e ter o quarto trocado por um colchonete, que logo depois em uma noite essa senhora aqui cedeu (elas nunca reconhecem seus erros, leia em COISAS QUE PRECISAM SER REVELADAS).
Eu repito: Estar com alguém que não te coloca em primeiro lugar é abominável, ainda mais quando o preferido é o filho de outra pessoa (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).

Recado aos pais: saiam da rédea, do domínio e desçam do palco, ocupem uma cadeira na platéia, os filhos precisam de torcida, sejam seus fãs, entrem em cena como amigos confiáveis e, principalmente, confiem nos filhos. – Ketty Peel, terapeuta familiar e especialista em orientação familiar.

Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário. – George Orwell

terça-feira, 10 de julho de 2018

VOCÊ NÃO VOLTA AO PASSADO, MAS O PASSADO VOLTA ATÉ VOCÊ

Pretérito; que decorreu.
Era pra ser só mais um texto, só que não.
Pois é um texto de caráter intimista.

A escrita intimista é aquela em cujo ato de escrita o homem se reflete e reflete sobre si mesmo.
A autobiografia, o diário, as cartas, as memórias, são exemplos.

Bem, não é possível destruir o passado para reconstruir o presente, mas é possível tentar reconstruir o presente para reescrever o passado.
E meu passado atormenta o meu presente.
As atitudes dessa senhora aqui que desencadearam isto, estão nas linhas de SOBREVIVENDO NO INFERNO.

Mas não podemos ignorar, não podemos mais negar.
Casos assim são mais comuns do que se imagina.

Não há presente nem futuro, só o passado que se repete agora, uma e outra vez. – Eugene O'Neill

sexta-feira, 6 de julho de 2018

RETRATOS DA VIDA

Espere o melhor, prepare-se para o pior, mas não aceite tudo o que vier.
É não se conformar com o inaceitável.
Que não se submete a injunções coercitivas de regras, costumes ou circunstâncias, de ordem econômica, afetiva, moral.

Em seu sentido negativo, liberdade significa a ausência de restrições ou de interferências.
E são tantas coisas que aprisionam as pessoas.
Às vezes dentro das cadeias muitos presos podem ser livres, enquanto aqui fora muita gente está presa, presa no dinheiro, no pensamento, numa espiral.
Então liberdade para mim vem a ser ter paz, tranquilidade, digamos paz espiritual, porque o pior cárcere que se pode enfrentar é o emocional.

Neste momento estou preso no meu passado não consigo esquecer as coisas tristes que vivi.
Coleciono histórias dolorosas.
Isso me afetou de uma maneira que não conseguia ignorar.
Não passarei por isso (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO) que essa senhora aqui fez, novamente.

Ele não vai conseguir virar essa página, ressignificar a coisa, sem que haja justiça. – Anonymous

Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir. – George Orwell

segunda-feira, 2 de julho de 2018

COISAS QUE PRECISAM SER REVELADAS

– Aprenda a ver além do óbvio querida.
Por que algumas mães tratam os filhos de forma nociva?
Bem a propósito, esse é o tema da seção psicologia no site A Mente é Maravilhosa.

‘A figura da mãe está envolta em um halo sagrado dentro de muitas culturas, aparentemente, dão tudo de si pelo bem estar de seus filhos.
Mas, é claro, nem todas as mulheres têm essa índole, existem muitas mães saudáveis e dispostas a criar filhos livres, infelizmente, também são muitos os casos em que não.

Quando uma mãe tem mais filhos, poderá se identificar com algum deles, dirigindo suas preferências a ele e menosprezando os outros.
No caso dos filhos únicos é um disse me disse de “deixei tudo por você”, “me sacrifiquei para te criar”, etc. costuma se fazer de vítima para gerar sentimentos de culpa em seus filhos, especialmente quando eles se tornam adultos.

Há vários comportamentos pontuais de mães, que podem ser catalogados como abusivos.
Visto tangencialmente, abuso aparece com maior frequência associada aos pais, se olharmos com atenção porém, podemos verificar que muitas delas também desenvolvem padrões claros de abuso, mas compostos de uma série de manipulações, nem sempre fáceis de detectar.

Invadem a privacidade de seus filhos, os subestimam e os criticam, fazem com que ele dependa dela por toda sua vida.
Caso seus filhos façam objeções, diz: “isso não se faz porque é feio”, ou “Deus não perdoaria algo assim”, mas nunca explica o porquê.
Questiona o motivo de seu filho não pensar como ela, muitas esperam uma resposta específica: que seus filhos as venerem até o último de seus dias.
Não explica seus atos, não se desculpa nem reconhece seus erros, em vez de reconhecer seus erros, tenta se justificar.

Estes sinais, entre outros, alertam para a existência de um abuso emocional por parte das mães, com sérias consequências para aqueles que os sofrem.
E não pense que isso só acontece com mães de filhos pequenos ou adolescentes, alguns filhos adultos também permanecem presos a situações similares.

Geralmente não causa danos físicos, mas causa uma humilhação profunda.
Pessoas com mães abusivas desenvolvem uma profunda insegurança para viver, sentem uma enorme angústia e abandono’.
Disseram tudo, é a vida como ela é com essa senhora aqui (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).

Estes com quem vivemos, amamos e devemos conhecer, que nos iludem. – Norman Maclean