quarta-feira, 13 de julho de 2022

AS FERIDAS EMOCIONAIS CAUSADAS POR DUAS MÃES

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Como é conviver com uma mãe emocionalmente abusiva.
Hoje eu quero compartilhar um trecho do texto: Desabafo de Uma Vida, a autora do relato é uma mulher de nome Janaína.
Na hora da leitura me identifiquei muito, pois me vi naquela história, por isso recomendo que todos que sintam que há algo errado na relação com suas mães não se calem.

'É difícil conviver com uma mãe que te causou enormes traumas e dores, esse convívio pode se transformar em algo fantasmagórico, "trágico".
Essa convivência intoxica, sufoca e enreda a gente em uma teia, que vai emaranhando e aprisionando em um circulo paralisante.

A gente nunca sabe o que esperar da mãe, vive num estado constante de ansiedade, desenvolve transtornos, tem baixa autoestima, sofre de infelicidade, se torna alguém amargurado, pessimista.
Quando eu comecei a terapia minha psicóloga abriu meus olhos e me fez perceber que não era um relacionamento normal ou saudável entre mãe e filha.’

Sim, isso é mais comum do que se imagina -SOBREVIVENDO NO INFERNO. Filhos de mães emocionalmente abusivas carregam traumas por toda a vida, muitos nunca se recuperam, nem com terapia.

O abuso psicológico de mães sobre filhos adultos é uma realidade. – Valeria Sabater, psicóloga.

segunda-feira, 20 de junho de 2022

A “MÃEDRASTA”

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Quando a mãe é a vilã da história.
Cada um de nós deve conhecer de que maneira a própria mãe influenciou nossa história e como continua influenciando.
Afinal de contas, qualquer filho leva consigo as consequências da relação que teve com a mãe.

Sabemos que qualquer relacionamento apresenta desafios, tudo têm seus altos e baixos, isso é normal, mas preciso deixar claro que nem todas as atitudes de uma mãe devem ser aceitas ou consideradas adequadas.
Então exemplos como o meu, mais uma vez, rompem com a imagem de que toda mãe é boa e toda mãe coloca o filho (único) em primeiro lugar -SOBREVIVENDO NO INFERNO.

Pois é, existem mães perversas e isso precisa ser discutido, até em respeito às vítimas (filhas principalmente).
Bem, aos filhos deixo aqui a minha solidariedade e o pedido para que não se calem, esse tipo de vivência deixa marcas e vocês precisam saber que não estão sozinhos.

Corajosos aqueles que sofreram qualquer tipo de abuso por parte de mães e não se calaram. – Ana Luiza de Figueiredo Souza

terça-feira, 14 de junho de 2022

MÃES QUE FILHO NENHUM MERECE TER

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Mães péssimas. Ser filho de uma delas é um desafio enorme.
Li uma matéria desconcertante e que deveria fazer muita gente refletir, o texto era sobre os tipos de mães cujo comportamento faz mal aos filhos.
São as mães negligentes, omissas, as controladoras, manipuladoras, enfim, mães que não sabem ser Mães de verdade.

Pois é, sei que para alguns isto é muito pesado e eu vejo como isso pode ser difícil de aceitar, mas a aparência singela de uma mãe pode ocultar comportamentos nada aceitáveis.
E é sobre isto que eu falo sempre aqui, sobre como é difícil viver com isso, esses comportamentos inadequados ficam impressos na vida dos filhos.

Sabe, quando uma mãe tem comportamentos nada civilizados e atitudes cruéis como a minha, o dano é enorme, é só dor e sofrimento -SOBREVIVENDO NO INFERNO.
Então, quando você achar que toda mãe é boa, lembre-se que nenhum filho merece passar pelo o que eu passei.

Quando as "bruxas" são mães normaliza-se o dano, porque, afinal, é mãe, e esse dano é “normalizado”. Mas bruxas não se tornam fadas, porque faz parte de sua natureza e essência. – Emma E. Sánchez, terapeuta.

sábado, 4 de junho de 2022

NÓS E NOSSAS MÃES: UMA REFLEXÃO IMPORTANTE

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Relação mãe-filho, vale a pena refletir.
Sei que é difícil para muitos ter uma imagem realista sobre mães, é comum aplicar um olhar idealizado para elas, pelo menos é assim que a sociedade mostra, então hoje escreverei na perspectiva de filho que me compete.
Relações entre mães e filhos são tantas vezes tão amorosas e tantas outras tão destrutivas por isto este é o momento de você parar e ouvir quem precisa falar, aprender com as histórias, refletir e reconhecer que nem toda mãe é boa.

‘Refletir sobre o relacionamento que temos com nossas mães é uma necessidade.
Devemos fazê-lo para nos conscientizar (e não importa quantos anos tenhamos) sobre se esse vínculo nos oferece bem-estar ou sofrimento’, explica a psicóloga Valeria Sabater.

Veja também o que diz a psicóloga Steffi de Castro, acredito que as palavras dela permitirão uma parada para pensar e refletir.
'É recorrente em minhas conversas ouvir de amigas reclamações sobre o quanto algumas mães são agressivas, invasivas e injustas.
Dói ouvir alguns relatos, tento me colocar no lugar da filha que estou ouvindo e confesso, é difícil pra mim pois tenho um relação muito boa com a minha.'

Bem, nós não pretendemos solucionar problemas ou oferecer dicas tipo: Como ter um relacionamento melhor com sua mãe; o que propomos é um olhar sem distorções sobre a relação entre mães e filhos.
‬Afinal, o que cada pessoa vivencia nessa relação traz mudanças profundas, positivas ou negativas, depende significativamente das atitudes da sua mãe para com você.‭
Eu sou filho de uma mulher que me causou muita dor e sofrimento, e é nesta posição que sei o quanto a qualidade dessa relação faz diferença na nossa vidaSOBREVIVENDO NO INFERNO.

Uma boa relação mãe-filho é importantíssimo para o bem estar psíquico do indivíduo. – Ana Grasso, psicóloga.

segunda-feira, 30 de maio de 2022

EXISTEM MÃES INCAPAZES DE AMAR OS FILHOS DE FORMA GENUÍNA

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Descubra aqui essa verdade pouco falada.
Às vezes as pessoas são muito boas em enterrar as coisas, mas eu não sou assim.
Sabe, o ideal de uma mãe que ama o filho mais que tudo não passa de uma construção social, daí é importante lembrar que isso nem sempre acontece.

Mas ‬infelizmente‭ nós temos uma sociedade que continua exaltando todas as mães como santas e que vê nelas esse refúgio de amor que abraça e enriquece tudo, quando, às vezes algumas agem como verdadeiras fábricas de dor e sofrimento.
Essas mães são como algozes para os filhos, então para quem ainda acha que toda mãe seja só sinônimo de amor, preciso contar que nem sempre.

Porque há algo muito evidente aqui: Posso não ser um filho perfeito, mas a minha mãe é, sem dúvida, a pior mãe que eu poderia ter -SOBREVIVENDO NO INFERNO.
Afinal, se isso é amor é um amor envenenado, quando se ama de verdade não há espaço para esse tipo de coisa.

As pessoas assumem que aquelas que deram à luz, automaticamente sabem como sentir amor materno, mas isso está longe de ser uma verdade absoluta. – Vanessa Chanice, psicóloga.