sexta-feira, 15 de abril de 2022

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‭AFINAL, UMA MÃE PODE SER ABUSIVA, TÓXICA?

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‘Sim, mães tóxicas e abusivas existem.’
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‭Sabe, existem mães abusivas que acabam destruindo psicológicamente os filhos e tornando a relação tóxica.
‭Que outra palavra melhor que tóxica para descrever mães que causam traumas, abusos e dores em seus filhos?
‭Veja o que diz a psicóloga Heloise Mannocci Soares, acredito que as palavras dela permitirão uma parada para pensar e refletir.
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‭‘Existem diversas formas de relacionamento abusivo materno e muitas delas estão camufladas pela ideia de amor, mas algumas podem ser tóxicas.
‭Essas relações puderam ser vistas na novela A Vida Da Gente, é ficção, mas as consequências na vida real são sérias e trazem diversas complicações para os filhos.’
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‭Acontece mesmo isso? Acontece, leia aqui -SOBREVIVENDO NO INFERNO‭- a minha história sobre a ruína de um relacionamento, quando no dia 30 de maio de 2011 descobri que a minha mãe além de abusiva era tóxica.
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‭Após 30 anos observando dinâmicas familiares, estimo que cerca de uma em cada cinco mães têm um relacionamento tóxico com seus filhos. – Terri Apter, psicóloga.
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terça-feira, 12 de abril de 2022

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‭NEM TODA MADRASTA É MÁ E NEM TODA MÃE É BOA

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Um conto de fadas ao inverso.
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‭Desde criança aprendemos, principalmente com os contos de fadas, que madrastas são pessoas ruins, são mulheres más, aquelas que fazem da vida dos enteados um verdadeiro inferno.
‭E encontramos também, vários exemplos de madrastas que de fato maltratam seus enteados bem longe dos contos infantis.
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‭Apesar disso, na vida real existem madrastas que amam, respeitam e se preocupam com o bem estar de um filho que não é seu.
‭Em contrapartida, não precisa procurar muito, para lermos notícias de mães que maltratam e abusam dos próprios filhos.
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‭Sim, tal como muitas madrastas são mais do que mães, na medida em que cuidam e protegem filhos que não são biologicamente delas, nem todas as mães são cuidadoras e protetoras, explica a psicóloga Rute Agulhas.
‭Sabe, todas as mães são presumidas como boas, fontes de amor e cuidado, por isso o meu caso - ‭SOBREVIVENDO NO INFERNO ‭- pode servir para uma boa reflexão.
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‭Existem mães que se fizessem prova para madrasta gabaritariam. – Celso Alexandre Cesma
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quinta-feira, 7 de abril de 2022

‭VAMOS FALAR SOBRE AS MÃES QUE TRATAM MAL OS FILHOS

‭Como assim? Mãe é tudo de bom.
‭Não, não é! A partir de experiências reais em consultório, a psicóloga Terri Apter fala um pouco sobre esta realidade que contradiz o senso comum e que muitos filhos como eu vivenciamos.

‭‘Por que é que a minha mãe me trata mal? Esta é a pergunta que muitos filhos colocam quando chegam para uma consulta de psicologia.
‭Aceitar que, a própria mãe o trate mal e cause dor e sofrimento é um dos processos psicológicos e emocionais mais difíceis de superar e tem consequências devastadoras para um filho.

‭Todos os filhos que falaram comigo detectaram que havia ali alguma coisa que não estava certa.
‭Comparam-se aos amigos e vêem as diferenças de tratamento perguntando-se o que é que fizeram para que as suas mães os tratassem mal.’

Sei bem demais o que é passar por isso, ficava pensando: Isso está errado, isso está errado, isso está errado, foram milhares de momentos assim.
Sabe, eu não fiz nada e‭ ‬a minha “mãe" me tratou mal,‭ ‬foi cruel,‭ ‬perversa, abusiva, coisas que não são normais, não foram normais e eu não mereço ser tratado da forma como fui - SOBREVIVENDO NO INFERNO - é impossível passar por isso sem nenhum dano.

‭Uma mulher que trata mal o próprio filho com certeza tem vários e graves problemas, tem má índole. – Denise

sexta-feira, 1 de abril de 2022

EXISTEM MULHERES QUE SÃO CRUÉIS COM OS FILHOS

Ser mãe não é isso que elas fazem.
Antes de mais nada, sim, existem ótimas mães, mas a questão aqui é que muitas mães tratam os filhos de forma nociva, ao invéz de cuidar e proteger maltratam e podem destruir esses filhos emocionalmente.

Então temos de deixar os tabus de lado e assumir que, efetivamente há mães que são perversas com os filhos e, a partir daí, preparar as pessoas para uma nova forma de pensar, como bem explica a jornalista Fátima Fernandes.

‘Há diferentes formas de mães assim, algumas são mulheres amarguradas, profundamente infelizes, que usam os filhos como “bode expiatório” e fazem da vida deles um autêntico filme de terror.

As filhas são o principal alvo, mas acabam por maltratar também os filhos, ainda que de forma diferente.

É duro ver as coisas desta forma, mas é fundamental compreender o que está na base de muitas dessas relações tóxicas para poder ajudar os filhos a se libertarem de um peso que não lhes pertence.’

Pois é, algumas mulheres não merecem nem serem chamadas de mães - SOBREVIVENDO NO INFERNO - e para quem defende parideiras como essas, vá se tratar que isso não é atitude de mãe não.

É preciso enxergar que algumas mães podem ser tóxicas na vida dos filhos. – Christian Dunker, psicanalista.

sexta-feira, 25 de março de 2022

‘QUAIS OS REFLEXOS DE MÃES RUINS PARA OS FILHOS?’
‘Danos irreparáveis, com toda certeza.’

A jornalista Camila Rosa Bueno fez a pergunta acima respondendo-a com muita precisão e propriedade, vejamos o que ela nos diz.

‘A sociedade idolatra as mães como se fossem as melhores coisas do mundo, geralmente vemos textos lindos sobre mulheres maravilhosas mas ignoramos a existência de mães ruins.
Quase ninguém se lembra que elas existem e talvez sejam as mais importantes para serem analisadas não só hoje, elas deveriam ser tema de reflexão o ano inteiro.

Essas mulheres podem vir de uma sucessão de mães igualmente más ao longo das gerações ou simplesmente serem ruins por natureza.
A realidade é que existem mães terríveis que são ruins para os filhos, e a certeza é de que os filhos delas vão sofrer as consequências.’

É isso, para a sociedade mães ruins não existem; e agora, mais uma vez, sem medos ou culpas de falar nisso, quero te lembrar que sim, há muitas mães ruins por aí - SOBREVIVENDO NO INFERNO.

A sociedade aceita que uma mãe maltrate um filho e fale mal dele, já o contrário é considerado ultrajante, desrespeitoso e tabu. – Silvia Rawicz, psicóloga.