segunda-feira, 4 de novembro de 2019

CURIOSOS TEMPOS ESSES EM QUE FALAR A VERDADE É MOTIVO DE DESCONFIANÇA

Tempos estranhos.
Começo o texto com uma explicação: Verdade e mentira são dois conceitos básicos para entender a realidade.
A verdade existe quando há uma correspondência entre o que se afirma e os fatos mencionados, e essa é uma verdade irrefutável.

Bem, pensando em deixar essa premissa ainda mais interessante, iremos lembrar que opinião não é argumento.
Um argumento busca a verdade, uma opinião manifesta uma ideia que reflete a crença.
E o professor titular de lógica e filosofia da ciência na Unicamp, Walter Carnielli, ainda faz um alerta: 'o pior ocorre quando crenças se materializam em opinião e são usadas para substituir argumentos’, avisa ele.

É . . se a pessoa olhar com vontade vai ver qualquer coisa que estiver procurando, e pode ter que ignorar muitas outras coisas para isso, e uma delas pode ser a verdade, aí saibam, tem algo errado.
Contudo, as pessoas sinceras, honestas e francas tomam como referência a ideia de veracidade e, ao mesmo tempo, evitam a falsidade, a mentira e a hipocrisia.

Sobrevém então a minha experiência e vem a propósito lembrar de um dito popular: Se quer saber o que alguém fará, veja o que ele fez.
Ninguém inventa algo assim, muito menos eu, a menos que tenha algum fundo de verdade, por isso mesmo, recopilamos para você uma das citações mais significativas.

Toda verdade é fácil de ser compreendida depois de serem descobertas, o problema é descobri-las. – Galileu Galilei

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

UM BOM FILME É AQUELE QUE TE FAZ REFLETIR POR UM LONGO TEMPO

Observatório do cinema.
Os filmes e séries há muito emprestam seus diálogos e cenas para algum comentário sobre o desconhecido da mente humana e suas consequências.
São veículos para tentar entender o que se passa com os pensamentos mais recônditos, com as atitudes mais imprevisíveis dos seres humanos e com o sofrimento por qual passamos.
Eles nos amparam justamente quando faltam as certezas sobre o mundo.

Como em uma aclamada série em que uma das coisas mais marcantes são os momentos de sabedoria que ela nos traz com as citações ditas pelos protagonistas ao final de cada episódio.
Essas frases filosóficas são soberbas, são frases de autores clássicos, refrões que são verdadeiras lições e que de imediato encontram o seu espaço na nossa mente.

Podem ser referência para estudos, trabalhos, ou só uma inspiração para vida.
É como se todos fôssemos atores coadjuvantes ou figurantes da trama.

Sim, cada um de nós contém um vasto elenco de personagens que moldam nossas percepções.
Uma série de pequenas tramas.

Só que toda série ou filme que vejo é um lembrete do que eu perdi . . é acima de tudo um olhar revisionista.
Eu vejo o que não está mais lá, o que eu perdi, às vezes é tudo o que eu vejo.
Bem, eu diria que o enredo em si é bem mais complexo, e o que você tira dele também.

O que aconteceu de doloroso no passado tem tudo a ver com o que somos hoje. – Willian Glasser

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

‘– NINGUÉM PODE PREVER O FUTURO.'

‘– Mesmo que alguém possa prever o futuro não pode fazer nada para controlá-lo, ninguém pode.’
Quando o futuro vira passado, é fácil ver o que tinha que ser feito.
Pois quando se coloca uma pedra no passado ruim se coloca também uma pedra nos problemas do futuro.

Bem, tem coisas que a gente não esquece, estão sempre vivas dentro de nós, gravadas na memória para sempre.
O ano era 1998, faltava pouco tempo para a mudança de endereço que levou* uma desgraça* para a minha vida, aquela mudança parece que foi uma maldição*.

São as marcas que ficaram na minha vida, é tudo o que vou carregar pra sempre comigo, mesmo que ninguém veja ou leia.
Posto isso, eu não retiro o que eu escrevi nem perdoo as coisas terríveis a que fui submetido.
Não era o que eu esperava dizer, mas era o que precisava dizer.

E sim, o passado tem uma forte influência sobre nós, informa nosso futuro mais do que tem direito.
Porém, quanto mais alguns tentam evitar o futuro, mais inevitável ele se torna.
E no final, só resta uma pergunta: Você pode mudar o seu futuro?

A diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, embora persistente. – Albert Einstein

* Levar. v.t. 2. Carregar consigo. 4. Sofrer golpe, castigo etc.
* Desgraça: Perda das boas graças de que se desfruta junto a alguém, infortúnio.
* Maldição: Ação efetiva de um poder sobrenatural caracterizada pela adversidade que traz, geralmente usada para expressar algo ruim na vida de uma pessoa.

sábado, 28 de setembro de 2019

TODA AÇÃO TEM CONSEQUÊNCIA, CUIDADO COM SEUS ATOS

Não ignore essa sentença, pois você pode se surpreender.
Falei anteriormente sobre desenvolver sabedoria para fazer boas escolhas pessoais, agora queria falar sobre aquilo que atravanca essa virtude.
Os efeitos do que acontece quando pessoas aceitáveis começam a fazer coisas inaceitáveis, as consequências das escolhas duvidosas de pessoas comuns.
É que eu achava que em toda situação existia a escolha boa e a ruim, mas às vezes existe apenas a escolha péssima e a inaceitável e só você sabe qual é qual.

Bem, a todo instante fazemos escolhas em nossas vidas, tudo na vida é uma questão de escolha, e o fato é que as escolhas têm consequências, todas as escolhas têm consequências.
Então quero aqui apenas alertá-lo que, se estiver consciente das consequências, talvez comece a ter resultados mais acertados a cada dia e se arrepender bem menos de resultados diferentes dos esperados.

A dica é que você reflita sobre as suas escolhas, é uma avaliação sobre o que se ganha e o que se perde com cada escolha que fazemos.
Sim, atos e consequências, quem aprende, ganha, quem erra, perde, é a lei da vida.
Claro que envolve muito mais do que isso, mas é uma pequena ajuda para quem não sabe por onde começar.

Pois bem; posto isso, há que se dizer que: Não fique conhecido por escolhas, atos e valores errôneos.

Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você. – William Shakespeare

sábado, 22 de junho de 2019

QUANDO A DOR É DO OUTRO

Não julgue a dor do outro, cada um carrega uma história.
Elisabeth Kubler Ross, psiquiatra, escreveu um livro descrevendo os cinco estágios da dor.
O primeiro é a negação, ela afirma que a maior parte do tempo as pessoas ignoram ou tentam racionalizar o que elas estão passando.

Sim, há cinco fases, a negação é a primeira, mas estamos bem longe disso.
O segundo estágio é a raiva.
Ainda não cheguei ao 3º estágio, na verdade, posso nunca chegar lá, porque para ser sincero sente-se muito melhor a raiva do que a tristeza.

Bem, com o passar dos anos a vida nos oferece vários tipos de dores, grande parte delas constrói nosso constante e eterno aprendizado.
Inevitavelmente, iremos nos confrontar com alguns dos inúmeros tipos de dores existentes pelos quatro cantos do mundo.

A dor da derrota, do fracasso, da indignação, da omissão, da decepção, da traição, do descaso, da mágoa, a dor daquilo que não pode ser desfeito, da consequência pela inconsequência cometida.
A dor intensa que aperta o peito, que asfixia mesmo quando o ar que nos envolve é infinito.
A dor para quem ainda tem muito a sofrer.

Eu citei algumas delas, mas certamente existem outras dezenas de dores.
E é interessante como algumas pessoas possuem a receita de cura para as dores alheias, mas, quando se trata de cauterizar as próprias feridas, elas não conseguem se auto medicar.
Também é incrível como certas pessoas têm a capacidade de menosprezar a dor alheia e, isso, é uma habilidade tão inerente ao caráter delas que nem devíamos mais nos admirar com alguns tipos de atitudes e comentários de gente assim.

Ainda assim, e que fique claro, saibam que a dor do outro não é menor que a nossa.
A dor que nos abate é dilacerante e são poucas as palavras para exteriorizar o quanto estamos sofrendo (como o meu caso aqui depois daquela noite devastadora, história que o leitor provavelmente já conhece).

O que para você pode ser algo simples, incapaz de causar maiores estragos, para outros pode ser um abalo nas estruturas de sustentação.
Quando a dor do próximo não lhe afeta, quem precisa de ajuda é você.

Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente. – William Shakespeare