segunda-feira, 2 de julho de 2018

COISAS QUE PRECISAM SER REVELADAS

– Aprenda a ver além do óbvio querida.
Por que algumas mães tratam os filhos de forma nociva?
Bem a propósito, esse é o tema da seção psicologia no site A Mente é Maravilhosa.

‘A figura da mãe está envolta em um halo sagrado dentro de muitas culturas, aparentemente, dão tudo de si pelo bem estar de seus filhos.
Mas, é claro, nem todas as mulheres têm essa índole, existem muitas mães saudáveis e dispostas a criar filhos livres, infelizmente, também são muitos os casos em que não.

Quando uma mãe tem mais filhos, poderá se identificar com algum deles, dirigindo suas preferências a ele e menosprezando os outros.
No caso dos filhos únicos é um disse me disse de “deixei tudo por você”, “me sacrifiquei para te criar”, etc. costuma se fazer de vítima para gerar sentimentos de culpa em seus filhos, especialmente quando eles se tornam adultos.

Há vários comportamentos pontuais de mães, que podem ser catalogados como abusivos.
Visto tangencialmente, abuso aparece com maior frequência associada aos pais, se olharmos com atenção porém, podemos verificar que muitas delas também desenvolvem padrões claros de abuso, mas compostos de uma série de manipulações, nem sempre fáceis de detectar.

Invadem a privacidade de seus filhos, os subestimam e os criticam, fazem com que ele dependa dela por toda sua vida.
Caso seus filhos façam objeções, diz: “isso não se faz porque é feio”, ou “Deus não perdoaria algo assim”, mas nunca explica o porquê.
Questiona o motivo de seu filho não pensar como ela, muitas esperam uma resposta específica: que seus filhos as venerem até o último de seus dias.
Não explica seus atos, não se desculpa nem reconhece seus erros, em vez de reconhecer seus erros, tenta se justificar.

Estes sinais, entre outros, alertam para a existência de um abuso emocional por parte das mães, com sérias consequências para aqueles que os sofrem.
E não pense que isso só acontece com mães de filhos pequenos ou adolescentes, alguns filhos adultos também permanecem presos a situações similares.

Geralmente não causa danos físicos, mas causa uma humilhação profunda.
Pessoas com mães abusivas desenvolvem uma profunda insegurança para viver, sentem uma enorme angústia e abandono’.
Disseram tudo, é a vida como ela é com essa senhora aqui (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).

Estes com quem vivemos, amamos e devemos conhecer, que nos iludem. – Norman Maclean

quinta-feira, 28 de junho de 2018

NA CASA DOS PAIS DEPOIS DOS TRINTA

Quando os filhos não conseguem estabelecer um limite entre seu espaço familiar e individual.
O título da publicação, ‘quando você precisa sair da casa dos pais’, me chamava à atenção.
Podemos listar aqui mais de cem motivos pra você querer sair da casa dos pais, mas tem um que é o principal: Você precisa cada vez mais de privacidade, dizia.

Você nem tem “algo assim” pra esconder dos seus pais, você é responsável e não guarda nada ilícito no seu armário.
Mas incomoda.
Ainda mais quando eles ficam monitorando tudo o que você faz, acrescentava o autor Thiago Barcellos.

Como agir diante dessa situação?
É recomendável, a medida em que a situação econômica permitir, estabelecer uma distância física.

Todos nós temos coisas confidenciais, e temos também um desejo muito grande por privacidade.
É um desejo natural de todo ser humano querer ter um canto para chamar de seu, todos nós buscamos essa sensação de liberdade, de privacidade e de independência.

Cabe, pois, no meu caso, fazer um paralelo, reformular o principal dos cem motivos da publicação.
Nessa casa, não se encaixa a forma ‘mais privacidade’, afinal, essa senhora aqui me negou toda ela (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).

’É preciso admitir que, quando o filho adulto ainda depende economicamente da mãe, é difícil impor limites.
Pessoas adultas, e com um agravante, dependência financeira dos pais, nem se davam conta que suas vidas estavam empacadas por conta disso’. Afirma o psicólogo Frederico Mattos.

domingo, 24 de junho de 2018

UMA PITADA DE VERDADE, POR FAVOR!

A epígrafe (serve de tema ao assunto ou para resumir o sentido ou situar a motivação da obra).
Esse texto eu pincei dias atrás quando organizava uma papelada.

‘Família é pra essas coisas: é um tema perigoso, pois permite que nossa privacidade seja devassada, criando situações embaraçosas e impedindo uma relação mais sadia e madura.
Aprendemos que a família terá conosco um nível de relacionamento especial. De modo diferente, de estranhos nos ofendemos rapidamente quando somos invadidos em nossa privacidade.
A coisa é completamente diferente quando a gente se relaciona com parentes, especialmente os mais próximos, pais, avós, irmãos, filhos, primos e tios diretos, todos se sentem à vontade para invadirem nossa privacidade.
A invasão seria absolutamente intolerável se viesse de estranhos ou mesmo de amigos, no entanto, essa devassa à nossa privacidade passa a ser considerada uma “obrigação” do grupo familiar, ai de nós, se ficarmos ofendidos!
Ferir, brigar, afeta qualquer relação, deveríamos tratar com cuidados redobrados justamente as criaturas que nos são mais próximas.
Uma das mais importantes descobertas de Freud tem a ver com a descaracterização do mito segundo o qual, a família é um santuário das melhores e mais belas emoções.
É arbitrário dizer que os laços que unem os parentes sejam sempre positivos e construtivos, não ousaria afirmar isso nem mesmo em relação à minha mãe.’
Por: Flávio Gikovate, médico psiquiatra e psicoterapeuta.

Não, não somos “loucos” por sermos tão auto-referentes (vide SOBREVIVENDO NO INFERNO).
Só vou pôr um remate de pontos ou nós, com o pensamento de uma renomada cantora e atriz.

Só quando enfrentares a verdade, te encontrarás contigo mesmo. – Pearl Bailey

sexta-feira, 22 de junho de 2018

NÃO QUERER LIDAR COM PESSOAS É PROTEÇÃO PARA VOCÊ NÃO SE MACHUCAR

Aceita que dói menos.
Não dá para simplesmente ficar prolongando certas coisas.
Chega o momento em que o melhor a fazer é arrancar o Band-aid.

Você já deve ter ouvido a frase: faça com os outros o que gostaria que fizessem com você.
Mas sejamos sinceros, você há de convir que é muito difícil aplicarem isso no dia a dia, quase ninguém faz.

É claro, às vezes, até magoam sem querer outra pessoa.
E o curioso é que ninguém tem a intenção de magoar, mas no fim quase todos machucam.
Porém quando alguém nos magoa, mesmo sem intenção de fazê-lo, nos causa forte dor.

Custa perceber e ver o sofrimento causado? Custa não saber o que fazer para evitá-lo?
Meus caros: Essa senhora aqui me magoou, me machucou (vide os acontecimentos ocorridos em SOBREVIVENDO NO INFERNO), mas ela acha que não fez nada demais, encerro então com o pensamento de um ensaísta.

Todas as coisas verdadeiramente más começam com a inocência. – Thomas Mann

domingo, 17 de junho de 2018

– BEM-VINDA A RELATIVIDADE* MONICA, CADA RESPOSTA QUE CONSEGUE LEVA A MAIS PERGUNTAS.

– Eu sempre convivi com a compreensão de que há coisas que o homem não deveria saber.
* Relativo: Que possui uma relação de dependência com outra.

– Não parece que sempre que estamos perto de conseguir as respostas alguém muda a pergunta?
– Quanto mais respostas tivermos mais perguntas aparecerão.
– A gente não tem respostas.
– Claro que temos, não seja tão duro com você mesmo.

– Se Encontrar o Buda na Estrada, Mate-o! Por que este é o seu livro preferido?
– Porque fala sobre não depender de outras pessoas para ter respostas, só se pode encontrar respostas dentro de si mesmo.
Depois disso eu soube que era onde eu iria encontrar.
– O quê?
– Minhas respostas.

– Você está buscando respostas pra perguntas que nem deveria fazer.
– Platão nos ensinou que: ‘Uma vida não questionada não merece ser vivida’ (em vista disso . . vide: SOBREVIVENDO NO INFERNO).
– Bem, sei que ainda não encontrou as respostas que procurava, mas espero que isso traga algum tipo de encerramento.
– Agora que estamos diante da mesma resolução, que tipo de pessoa isso me torna?
– A que faz as perguntas certas.
Pode não ser uma boa resposta, mas é o que tenho, às vezes, respostas nos levam a mais perguntas.

– Esse homem vai passar o resto de sua vida imaginando o que aconteceu, procurando por respostas.