domingo, 2 de agosto de 2015

OS AÇOITES, REGULAMENTADOS OU NÃO, DAS RELAÇÕES HUMANAS

Há muito o que dizer sobre, e mais a lamentar.
A sociologia, psicologia e filosofia explicam muitas coisas acerca do autoboicote, ação de prejudicar a si mesmo, apêndice da insegurança.
Quanto mais inseguros, mais vândalos de nós mesmos.
A questão é que a insegurança não nasce com o indivíduo, ela é acrescentada pela cultura, pelo comportamento social e até pela economia.

Pois bem, foi realizada uma pesquisa sobre a qualidade de vida, ela estudou a correlação entre o uso do tempo e bem-estar, já que o único indicador com o maior impacto na satisfação com a vida é a privação.
E é importante salientar, privação, não necessariamente pode ser de coisas materiais.

Segundo a diretora do Light On Anxiety Treatment Center de Chicago, Debra Kissen, pode-se pensar que está ajudando ao apontar motivos para a pessoa ser grata, como ter uma casa e etc.
Mas ela pode estar pensando, ‘eu deveria ser mais agradecida, e me sinto culpada’.
Então em vez de mencionar porque o indivíduo deveria estar feliz, faça algo junto com ele, ela diz.

'Outras pessoas aguentam coisas piores que você'. Este tipo de comentário desmerece a situação, salienta também Helen Friedman, PhD em psicologia clínica de St. Louis.
Além disso, a questão não diz respeito a outras pessoas: e sim à situação que o indivíduo está enfrentando.
Uma abordagem melhor é perguntar 'como posso te ajudar?' ou lembrar: 'se você quiser conversar me avise', complementa.

- O que comprova a retidão com que encaro o tema.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O RAP DO PEQUENO PRÍNCIPE CONTRA AS ALMAS SEBOSAS

Uma batalha inglória.
Há na alma de uma gama enorme de pessoas um espaço, que só pode ser ocupado por coisas nefastas.
Porque elas não tem espaço para cousas opostas na alma.

Todavia vou rezar em voz alta para espiar alguma desgraça.
Afinal, são coisas represadas, tão contidas em um compartimento interior, bem lá no fundo, que guarda todas as emoções e energias sofreadas.

Existem pessoas que deixaram de ser, porque deixaram de acreditar que poderiam ser.
Pois nós somos o que fazemos.
Já o que não se faz não existe.
Portanto, só existimos nos dias em que fazemos.
Nos dias em que não fazemos, apenas duramos.

Não obstante, quando um veredicto é apresentado como o começo, o meio e o fim das minhas dores, todo o contexto anterior ou posterior fica dispensado de ser discutido e/ou resolvido, como a solução para todos os meus males.
Deveras, não irei ser resignado.

- Se algo der errado por aqui, já sabem quem culpar.

domingo, 12 de julho de 2015

MITOS E VERDADES

É o mesmo mistério a nos rondar.
O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar com mais inteligência. - Henry Ford

Tudo que eu consegui foi através de dedicação e muito desejo de atingir meus objetivos. - Ayrton Senna

Você não tem que tentar para conseguir, mas tentar até conseguir. - William Douglas

Palavras apenas, não modificam a vida de ninguém, é necessário acreditar nelas.
Entretanto, mesmo assim tive que conviver com a adversidade, depois de apostar em projetos que nunca deram certo.
E as "receitas" acima não funcionaram para este que vos escreve.
Posto que o que funciona para um pode não funcionar para outro.

Eu não nasci para me conformar com expectativas generalistas.
Sobretudo numa cultura que adora categorizar e compartimentalizar tudo, cultura essa, orientada pela conquista.
Todavia, às vezes é difícil ter as expectativas completamente frustradas, e ser forçado a reexaminar o status quo.

A expressão acima é geralmente usada para definir o estado atual das coisas, ou situações, seja em que momento for, tal qual se apresentavam antes.
Corresponde naturalmente a uma situação, que embora seja do desagrado da pessoa, continua a ser defendida por muitos.
O status quo antes nada mais é ou se apresenta, como uma expressão utilizada para restabelecer o desequilíbrio promovido na vida de alguém.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

NOBODY KNOWS THE TROUBLE

I've seen,nobody knows my sorrow.
Levamos nossa bagagem, nossas vivências, com a gente em todos os momentos.
As lembranças são meu capital pessoal, inalienável, coisas inclusive guardadas em cofres do cérebro.
Outrossim, a melhor maneira de conhecer a si mesmo é estando livre.
Como se fora eu um homem livre e lúdico.

O lúdico refere-se a uma dimensão humana que evoca os sentimentos de liberdade.
Viver ludicamente significa uma forma de intervenção no mundo, indica que não apenas estamos inseridos no mundo mas, sobretudo, que somos ele.
Logo, conhecimento e reflexão são ferramentas para exercermos um protagonismo lúdico.

Foi algo que era muito mais do que profundo e que estaria indelevelmente marcado para me acompanhar no restante da vida.
Para tentar entender é preciso levar em conta os acontecimentos, analisar fato por fato e levantar questionamentos minimamente óbvios.

Pensando nessas intempéries, o que preciso fazer para aproveitá-las e continuar a crescer emocionalmente?

- É, não existe solução única nem fácil para todas as situações.

terça-feira, 23 de junho de 2015

A NATUREZA É QUEM MANDA NA GENTE

A natureza é quem dá as cartas.
Somos 50% genética e 50% criação, é o que defendem os psicólogos evolucionistas.
Nossos comportamentos, escolhas e desejos, por meio da genética, sofrem a influência da natureza humana, afirma Francisco Daudt no seu 7º livro.

Todos nós temos registros e experiências, e esses fatores continuam acontecendo durante toda a nossa vida, se repetindo, ou tendo a chance de mudar coisas, sejam medos, perdas ou conquistas na vida.
E a forma com que esses registros acontecem é que poderão dizer se terão interferência ou não durante nossa vida.
Por vezes com consequências pessoais devastadoras.
O que motivou esse texto.

Para que um homem não desabe, é preciso tratá-lo como a uma ponte: Primeiro você o alicerça, depois põe peso em cima.
Afinal, uma construção grande e duradoura começa de baixo, com fortes alicerces.
Já o que começa de cima, é tempestade.

Assim como também é ilusão ir ao topo da montanha para tocar o céu, sem antes construir um caminho sólido, pois de repente pode-se ver no topo, porém cercado de abismos, onde surgem as vertigens.
E é nesses momentos radicais, de inflexão, de pé na beira do penhasco, que começamos a tentar entender certas coisas.
Precisa ser um caminho com embasamentos, daí, em vez de vertigens, ao olhar o abismo veremos os degraus construídos.

Dizem que para que os sonhos não se transformem em utopias, é necessário confrontar a si mesmo e tentar eliminar o que impede o objetivo.
Principalmente quando nada está acontecendo, quando é preciso rever as estratégias em uso.

- Mas é sempre mais difícil refazer do que fazer, reformar do que formar, adaptar do que construir.